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Agricultores de Socorro

O Departamento de Desenvolvimento Rural, atendendo os  produtores de mandioquinha do município,  insatisfeitos com a especulação dos fornecedores de mudas, a falta de assistência  no campo , a elevação nos custos e  venda  do produto com pouca remuneração, em relação a dedicação que eles tem na produção, contatou o Serviço de Produção de Mudas e Matrizes do CATI de São Bento do Sapucaí, agendado visita.

Assim, os agricultores: Airton José Bonfá, Clodoaldo Luis Bonfá, Bruno Rafael Bonfá, João Luiz Bonfá, Lucas Emanuel Bonfá, Ernesto Dini Neto, Rogerio Tonelli, Júlio César Ferraz, José Fernando Zanesco de Godoi, Antonio Tonelli, Valmir de Morais, Ademir José de Morais, Júlio Cesar Ferreira Leme, Antonio Donizetti Ferreira Leme, Felipe Ferreira do Carmo, Marcio Ferreira e Pedro Ferreira, acompanhados pelo Diretor do Departamento Municipal de Desenvolvimento Rural,  engº Paulo Lorensini e a engª agrônoma Salete de Fátima Torres Ishikawa, da Prefeitura Municipal de Socorro, foram até aquele município buscar alternativas, já que representa uma liderança nesse mercado.

No CATI de São Bento do Sapucaí, “fomos atendidos pela engª Agrônoma Silvana Catarina Sales Bueno, do Serviço de Produção de Mudas e Matriz. Ela acompanhou a comitiva socorrense a propriedade do produtor José Dimas Barros, para que pudessem conhecer o seu trabalho, que ao longo dos anos, vem obtendo resultados positivos”, disse Paulo Lorensini, do Departamento de Desenvolvimento Rural de Socorro.

O produtor José Dimas Barros, faz parte de um grupo de agricultores treinados nessa atividade, destacando-se pelas pesquisas, na forma de agir, no uso da terra, manejo adequado do plantio, clima e altitude, enfim boas praticas, que lhes garantem  sucesso no plantio e na colheita.

Os agricultores socorrenses tomaram contato com a gleba de reserva que o José Dimas Barros mantém, separando as mudas em lotes com manejo e controle de pragas.

Além da plantação de mandioquinha, a comitiva socorrense visitou uma lavoura de morango de produtor que faz uso de praticas alternativas para o controle pragas, em especial ácaro e pulgão, e sem doenças devido o manejo de não deixar na roça restos vegetais e frutos, para não contaminar a plantação com pragas e doenças.

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